Erval Seco

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Letras de Músicas

Nilmar: 'Não podemos desistir'

Atacante quer manter viva a esperança pela classificação na Taça Libertadores.




Depois do empate em 2 a 2 com o Atlético-MG, a delegação do Inter desembarcou por volta das 12h30m desde domingo no Aeroporto Salgado Filho. Como não podia ser diferente, a fisionomia dos jogadores não era das melhores. No sábado, a equipe de Tite perdia a partida para os mineiros, virou e cedeu o empate. Apesar de manter o discurso do jogo a jogo, as chances do clube se classificar à Libertadores são quase nulas.

– Não podemos desistir. Tem jogo importante contra o Náutico para manter viva essa esperança – diz Nilmar.

Celso Roth não dá pistas sobre esquema adotado para quarta

Jogadores realizaram treino físico no gramado suplementar do Estádio Olímpico visando ao jogo contra o Cruzeiro, no Mineirão.



Apesar da chuva em Porto Alegre, o Grêmio realizou treino físico no gramado suplementar do Olímpico na manhã deste domingo. O técnico Celso Roth conversou com os jogadores, mas não deu pistas do esquema tático que deverá ser adotado no jogo contra o Cruzeiro.

Após o trabalho que durou cerca de 1h15m e contou com a participação de todos os atletas, Victor e Rafael Carioca comentaram os resultados das partidas de Palmeiras e Cruzeiro. O goleiro declarou que, após as derrotas dos dois clubes, a conquista do título só depende do Grêmio:

- Temos que fazer nossa parte nessa reta final. Eu acompanhei os jogos e vi o do Cruzeiro. Felizmente para nós o Atlético-PR conseguiu segurar o resultado naquele jogo, que parecia que não ia ter fim - diz.

Pensando no confronto de quarta-feira, Victor avisa que o time deve entrar fechado e trabalhar no contra-ataque, fórmula que deu certo no primeiro turno. Rafael Carioca, na mesma linha de discurso, prevê um jogo sem favoritos:

- Não tem favorito para quarta. São dois grandes clubes do futebol brasileiro. Quem errar menos vai ganhar o jogo. O Cruzeiro é um time muito técnico, muito rápido - declara o meia gremista.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Lenda Kuat: o guaraná que causa câncer



Às vezes, uma dessas lendas que aparecem por aí desperta a curiosidade por conta da imaginação ou engenho do seu criador. É coisa divertida de tão absurda e despropositada. É o caso da história de que Bill Gates é o próprio Anticristo, por exemplo. Tem também a incrível história do mergulhador encontrado na floresta em chamas.


Este boato sobre o guaraná Kuat é apenas a repetição do boato sobre o guaraná Dolly e a única diferença entre as mensagens é o nome do refrigerante. Nem é divertida nem original. Tem outra diferença: o autor. Em ambos os casos, o autor é ignorado.

Em outubro de 2002, a mensagem que falava do guaraná Dolly foi "plagiada" e começou a circular atribuindo, agora, ao guaraná Kuat a possibilidade de ele provocar danos à saúde.

Tudo não passa de mais uma mentira e a Coca Cola, fabricante do guaraná Kuat, divulgou nota de esclarecimento desmentindo o conteúdo da mensagem.

Tal como na outra mensagem, esta aqui menciona substâncias inexistentes - o Fenofinol Ameido e o Voliteral - e um especialista inexistente, o Dr. Paulo José Teixeira. Veja o desmentido do Hospital das Clínicas da USP e o desmentido da Coca-Cola, fabricante do guaraná Kuat.

Uma das versões contém, na assinatura, os nomes da Sociedade Brasileira de Cardiologia e de uma de suas funcionárias. A funcionária nega que tenha enviado a tal mensagem e dela tomou conhecimento, apenas, devido a várias ligações e e-mails de pessoas conhecidas solicitando esclarecimentos sobre o assunto.

Quero ver você fazer igual

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

loucura

parte de Alegoria do Triunfo de Vênus, de Angelo Bronzino.



A loucura ou insânia é segundo a psicologia é uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados "anormais" pela sociedade. É resultado de doença mental, quando não é classificada como a própria doença. A verdadeira constatação da insanidade mental de um indivíduo só pode ser feita por especialistas em psicopatologia.

Algumas visões sobre loucura defendem que o sujeito não está doente da mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade. Na visão da lei civil, a insanidade revoga obrigações legais e até atos cometidos contra a sociedade civil com diagnóstico prévio de psicólogos, julgados então como insanidade mental.


A loucura ao longo do tempo


As significações da loucura mudaram ao longo da história. Na visão de Homero, os homens não passariam de bonecos à mercê dos deuses e teriam, por isso, seu destino conduzido pelos "moiras", o que criava uma aparência de estarem possuídos, ao qual os gregos chamaram "mania".

Para Sócrates, este fato geraria quatro tipos de loucuras: a profética, em que os deuses se comunicariam com os homens possuindo o corpo de um deles, o oráculo. A ritual, em que o louco se via conduzido ao êxtase através de danças e rituais, ao fim dos quais seria possuido por uma força exterior. A loucura amorosa, produzida por Afrodite, e a loucura poética, produzida pelas musas.

Philippe Pinel, alterou significativamente a noção de loucura ao anexá-la à razão. Ao separar o louco do criminoso, afastou o aspecto de julgamento moral que constituía até então o principal parâmetro da definição da loucura.

Hegel afirmou que a loucura não seria a perda abstrata da razão: "A loucura é um simples desarranjo, uma simples contradição no interior da razão, que continua presente". A loucura deixou de ser o oposto à razão ou sua ausência, tornando possível pensá-la como "dentro do sujeito", a loucura de cada um, possuidora de uma lógica própria. Hegel tornou possível pensar a loucura como pertinente e necessária à dimensão humana, e afirmou que só seria humano quem tivesse a virtualidade da loucura, pois a razão humana só se realizaria através dela.