Erval Seco

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Efeito suspensivo muda de novo o time - Volta de Léo e Réver deve manter o esquema 3-5-2 contra a Portuguesa


O técnico do Grêmio, Celso Roth, enfrentou nesta semana muitas indefinições em relação ao time que entra em campo para enfrentar a Portuguesa, em duelo marcado para as 18h10m (de Brasília) deste domingo no Canindé, pela 30ª rodada do Brasileirão. Na tarde desta quarta, os zagueiros Léo e Réver e o atacante Morales foram suspensos. Um dia depois, o STJD liberou os três para atuarem até um novo julgamento.

Na tarde desta quinta, Roth promoveu um treino fechado no Estádio Olímpico. Ele que, na quarta, havia treinado na formação 4-4-2, deve voltar a adotar o 3-5-2 com a volta de Léo e Réver.

Jean deve deixar o time. Se Pereira tiver condições, Thiego também retorna ao banco de reservas. No setor ofensivo, o Grêmio poderá ter Perea, recuperado de lesão, que pode compor a dupla ofensiva com Morales. Mas Soares continua no time a princípio.

O Grêmio deve entrar em campo neste domingo com a seguinte formação: Victor; Léo, Pereira (Thiego) e Réver; Felipe Mattioni, Rafael Carioca, Willian Magrão, Douglas Costa e Souza; Soares (Perea) e Morales.

Hamilton vence Massa no primeiro dia - Inglês domina os dois treinos livres e não dá chances a rivais


Lewis Hamilton foi o melhor do primeiro dia de treinos livres para o GP da China, que será disputado no próximo domingo em Xangai. Com o tempo marcado na primeira sessão, o inglês da McLaren, que tem cinco pontos de vantagem para Felipe Massa no Mundial de Pilotos, ficou 0s390 à frente do brasileiro da Ferrari, seu rival na luta pelo campeonato.

A Rede Globo transmite o treino classificatório para o GP da China na madrugada de sexta para sábado, às 3h (horário de Brasília), e a corrida, de sábado para domingo, às 5h, já no horário de verão. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real a luta pela pole e a prova.

Fernando Alonso, vencedor das duas últimas corridas, em Cingapura e no Japão, foi o terceiro mais rápido, a 0s606 de Lewis Hamilton. O finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, aniversariante do dia, marcou o quarto tempo, 32 milésimos atrás do companheiro. O atual campeão do mundo ficou uma posição à frente de Nelsinho Piquet, da Renault, marcou o quinto tempo do dia, apenas 70 milésimos mais lento que Alonso. Heikki Kovalainen completou os seis primeiros.

Felipe Massa ficou na segunda posição desta sexta-feira


O italiano Jarno Trulli, da Toyota, ficou em sétimo, seguido pelo australiano Mark Webber, da RBR. Robert Kubica, terceiro colocado no Mundial de Pilotos e ainda com chances remotas de título, foi o nono, quase um segundo atrás de Hamilton. Sebastien Bourdais, da STR, errou no final do segundo treino, atolou na caixa de brita, mas ainda marcou o décimo tempo.

Com o problemático carro da Honda, Rubens Barrichello fechou a tabela de tempos desta sexta-feira. Mas ele ficou apenas uma posição atrás do companheiro, o inglês Jenson Button, o 19º. Os dois carros da Force India, com Giancarlo Fisichella e Adrian Sutil, respectivamente 17º e 18º, ficaram à frente da equipe japonesa.

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Para quem gosta da sua sogra - que maldade

Como que tem gente que não gosta da sua sogra, se não fosse ela você não teria a filha dela!!

Drogas e mais drogas - até onde vai esse mal?

Ao menos 25 pessoas ficaram feridas no confronto entre policiais militares e civis na tarde desta quinta-feira (16), nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual paulista, na zona sul. O número é de reportagem publicada nesta sexta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Mesmo com o enfrentamento, o primeiro entre as forças policiais em SP, a Polícia Civil decidiu não encerrar a greve, que já dura um mês. Lideranças dos policiais civis em greve afirmaram que a paralisação da categoria no Estado de São Paulo vai continuar. "Mais do que nunca, agora a greve vai continuar", disse o presidente do Sindicato dos Investigadores de São Paulo, João Rebouças.

Repórter Paulo Toledo faz relato do confronto; ouça

A intenção dos policiais civis era pressionar o governo a retomar as negociações e, para isso, pretendiam ser recebidos pelo governador José Serra (PSDB). A Polícia Militar foi chamada para impedir que a passeata --com cerca de 2.000 policiais-- se aproximasse da sede do governo.



A marcha era escoltada por policiais de dois grupos de elite da Polícia Civil --GOE (Grupo de Operações Especiais) e Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos)-- que tentaram impedir a subida dos grevistas à sede do governo, bloqueando as vias com as motos da polícia.

No choque entre policiais civis e PMs foram usadas bombas de efeito moral (gás lacrimogêneo), balas de borracha e a cavalaria para conter os policiais grevistas. O confronto danificou viaturas da Polícia Militar, do GOE e do Garra danificadas.

Treze vítimas foram levadas para o hospital Albert Einstein, próximo ao local do protesto; cinco foram atendidas no hospital Itacolomy Butantã e outras cinco na unidade Morumbi do hospital São Luiz.

No final da noite desta quinta, a assessoria do Albert Einstein informou que todos os feridos apresentam quadro de saúde estável e que cinco deles já foram liberado. O Itacolomy informou que três dos cinco atendidos foram liberados; e, segundo o São Luiz, um dos pacientes, com fratura exposta em um dos dedos da mão direita, foi transferido para o hospital São Leopoldo. Outra vítima atendida no São Luiz sofreu queimaduras de terceiro grau na região abdominal.

Motivação

O governador José Serra (PSDB) afirmou que a manifestação dos policiais civis teve motivação político-eleitoral. "Nessa manifestação estiveram cerca de mil pessoas, e a Polícia Civil tem 35 mil efetivos. Portanto trata-se de minoria. Mais ainda, nem todos que estão na manifestação são da Polícia Civil. Tem CUT, Força Sindical, outros sindicatos, partidos políticos, deputados de outros partidos, todos chamando para a manifestação, com uso claramente político-eleitoral", disse.

As afirmações do governador foram rechaçadas por lideranças dos manifestantes. O delegado André Dahmer, diretor da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de São Paulo), culpou o governo do Estado pelo confronto. "Nós não queremos guerra. O governo não quer diálogo. Ele [governo] quer guerra."

O presidente do Sindicato da Polícia Civil de Campinas e região, Aparecido de Carvalho, também acusou o governo estadual pelo confronto. "É uma irresponsabilidade sem tamanho um governador, que se diz democrático, sabendo que homens armados vêm reivindicar salários e dignidade, colocar a PM, que é uma co-irmã, armada, correndo todos os riscos. O saldo disso poderiam ser diversas mortes de policiais."

As negociações entre grevistas e governo entraram em um impasse no dia 9 de outubro, quando um acordo parecia estar próximo. Na ocasião, lideranças dos policiais e representantes do governo se reuniram para buscar um consenso.

Uma proposta feita informalmente pelo governo acenava com reajuste salarial de 6,2%, extinção da 4ª e 5ª classe e a redução de três para dois níveis de salários adicionais. Os grevistas apresentaram uma contraproposta durante a reunião, que não foi aceita pelo governo. Desde então, o diálogo foi rompido.